Nossa história na Beifort é um legado que floresce da Serra Gaúcha, enraizado na fé e no trabalho incansável dos imigrantes italianos que aqui chegaram em 1875. Das montanhas e planícies de Bérgamo, trouxemos não apenas um dialeto que inspira nossos nomes, mas uma cultura de excelência e um profundo respeito pela terra.
Somos especialistas em insumos agrícolas, mas acima de tudo, somos guardiões de um compromisso: transformar o que a natureza oferece em soluções que promovem a vida.
Desenvolvimento de insumos agrícolas especiais fundamentados na bioeconomia.
Nossos valores têm como base a tradição e a herança de nossas raízes, que orientam a busca pela satisfação dos clientes, o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias sustentáveis e a promoção do crescimento humano e econômico.
Conduzimos nossas relações com ética, honestidade e responsabilidade, valorizando todos que fazem parte do nosso ecossistema, incluindo colaboradores, fornecedores, clientes e sócios.
Promover a vida por meio de produtos de qualidade, gerando satisfação aos clientes e oportunidades de crescimento para todos que fazem parte do nosso ecossistema.
Produtos que promovem a vida.
A produção de mudas em recipientes e o posterior plantio em vasos nos clientes finais criaram os primeiros desafios da Beilaoro, primeira empresa do Beigrupo. Para atender a essas necessidades, começaram as primeiras produções de substratos destinados à substituição do solo.
Essa trajetória teve início em 1993 e resultou na criação de um novo negócio. Nesse mesmo período, começaram os primeiros trabalhos com bagaços e engaços de uva, provenientes de uma cultura agrícola fortemente presente na região e em suas tradições.
Inicialmente, a produção de substratos e adubos orgânicos atendia exclusivamente às demandas das atividades próprias de paisagismo, floricultura e produção de mudas. Com o passar do tempo, esse trabalho evoluiu para o desenvolvimento de produtos comerciais.
Naquele período, a agroindústria vitivinícola da Serra Gaúcha gerava aproximadamente 120 mil toneladas de bagaços, sementes e engaços de uva por ano. Grande parte desses subprodutos era destinada de forma inadequada.
A busca contínua por alternativas ao uso do solo e de outros materiais provenientes de fontes não sustentáveis direcionou os estudos para o aproveitamento desses recursos. Esse processo teve início em 1996 e avançou até o domínio técnico necessário para a produção de um composto orgânico adequado à substituição do solo.
Em 2001, foi projetada uma nova instalação, que integrou a produção de mudas à produção de compostos orgânicos, atendendo tanto à demanda interna quanto às necessidades de alguns clientes.
Com a unidade já instalada, teve início, em 2003, o processo de licenciamento ambiental para sua ampliação. Em 2004, com a nova legislação voltada aos insumos agrícolas e a abertura de novas possibilidades para produtos de base orgânica, começaram os registros da empresa e, posteriormente, dos primeiros produtos.
Naquele período, a operação ainda utilizava exclusivamente o nome Beifiur.
Em 2008, com alguns produtos já registrados e os fundamentos do sistema Ecobei enraizados, foi criada a marca Beifort. A nova identidade passou a representar os produtos voltados à produção de insumos agrícolas, incluindo substratos, condicionadores de solo e fertilizantes orgânicos e organominerais, destinados a atender às demandas do paisagismo e da agricultura brasileira.
Nesse período, os produtos já ultrapassavam as fronteiras do Rio Grande do Sul e atendiam clientes em outros estados.
Para o desenvolvimento da linha Beifort, foram conduzidos diversos estudos e experimentos práticos voltados à biotransformação de matérias primas orgânicas.
Ao observar os resultados obtidos com o uso dos insumos produzidos na unidade entre 2008 e 2011, surgiu a necessidade de compreender por que os efeitos proporcionados pela linha Beifort ultrapassavam aqueles esperados para sua carga nutricional.
Entre 2004 e 2008, já havia sido identificada a produção de substâncias húmicas durante o processo Ecobei. No entanto, a presença dessas substâncias, somada aos nutrientes, ainda não explicava determinados níveis de controle de doenças e pragas observados com a utilização da linha Beifort.
Após intensos estudos na área química, concluiu se que havia componentes biológicos nos produtos que ainda precisavam ser compreendidos. Nesse mesmo ano, a empresa instalou seu primeiro laboratório dedicado à bioprospecção e às pesquisas biológicas.
O ano de 2020 marcou a entrada da Beifort no segmento de insumos biológicos, como resultado de um trabalho iniciado com a bioprospecção e o estudo de uma série de isolados próprios.
Após nove anos de pesquisa e desenvolvimento, o projeto avançou do TRL 1 ao TRL 9, culminando na obtenção de uma cepa própria de Trichoderma. Essa conquista representou o primeiro resultado de uma trajetória que continua em expansão.
Atualmente, a Beifort mantém seus trabalhos de pesquisa com outros microrganismos, visando ampliar e consolidar uma linha completa de insumos biológicos.
A visão da Beifort é concentrar seus produtos de maneira a agregar valor, ao mesmo tempo que busca reduzir custos logísticos, otimizar espaço físico para armazenamento e minimizar a geração de resíduos de embalagens, unindo os fatores de economia, produtividade e sustentabilidade. A empresa também conduz linhas de pesquisa com microrganismos conhecidos e desconhecidos para a agricultura, com alto potencial identificado para o setor.
Em 2025, a definição da tecnologia Ecobei avançou para uma nova etapa com o desenvolvimento da Ecobei QUATER. Esse marco consolidou uma trajetória iniciada na década de 1990, responsável por estabelecer as bases de todos os produtos desenvolvidos pela empresa.
A partir de 2011, essa trajetória passou a seguir duas linhas de pesquisa complementares. Uma delas concentrou os estudos biológicos e a produção em biofábricas com monocultivo de microrganismos (Beibio). A outra permaneceu voltada ao desenvolvimento de insumos de base orgânica produzidos por meio do policultivo de microrganismos dentro da tecnologia Ecobei.
Com o entendimento dessa complementaridade tecnológica, teve início o fracionamento das substâncias húmicas presentes nos extratos líquidos. A fração composta por moléculas maiores, rica em ácidos húmicos, passou a ser estudada para aplicação como encapsuladora biológica. Já a fração mais rica em ácidos fúlvicos passou a ser utilizada no desenvolvimento de fertilizantes especiais para aplicação foliar.
A tecnologia Ecobei ainda poderá apresentar novos desdobramentos no futuro. No entanto, os estudos conduzidos até 2025 permitiram compreender a grande complementaridade existente entre o caminho biológico baseado no monocultivo e o caminho biotecnológico baseado no policultivo, conduzido pela Ecobei.
Atualmente, a Beifort está presente em todos os estados do Brasil, atuando em uma ampla gama de culturas, como frutas, hortaliças, legumes, grãos, flores, cana-de-açúcar, entre outras. A empresa tem a intenção de continuar expandindo sua atuação nos próximos anos e busca tornar-se uma referência nacional em tecnologias sustentáveis aplicadas à agricultura.